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PhD Entrevista :: Carolina Veiga (RS - RJ)

Na segunda parte da nossa série de entrevistas com os novos artistas da PhD Galeria lançados durante a 15 edição da Tijuana - RJ, entrevistamos por email a artista gaúcha baseada no Rio, Carolina Veiga. Na entrevista ela abre sua rotina, seus lugares preferidos da cidade maravilhosa e conta como começou a produzir livros de artista.

Veja todas as Artes para Vestir de Carolina Veiga.

 

PhD: Quem é Carolina Veiga? O que come? O que a faz sair da cama pela manhã?

 

Carolina Veiga: Bem, eu sou uma pessoa que adora comer e beber e acordar cedo. Entusiasta da rotina, até eu me surpreendi escrevendo isso agora. Posso ficar horas em silêncio e a pressão do prazo determina meus trabalhos. Talvez por essa questão tenho uma retificação na coluna cervical e acho que nunca precisamos de mais, nos bastamos. Mentira! Quando eu somo, quando eu adquiro, quando vendo, doo, agrego, grito, consigo, fico feliz e nem sabia que poderia ficar. Eu cozinho. Compro os ingredientes na feira de sábado, e adoro um bacon, acho uma especiaria. Feijoada adoro, e faço uma excelente. Arroz doce, ambrosia. Bifun com shitake. Inhame e batata doce assados. Qualquer coisa com curry. Assados uruguaios, com os miúdos. Bacalhau, azedinha, couve-flor, chucrute, pesto, suflê de chuchu, carne moída com abóbora, caponata, ovo frito, espinafre, cateto, cheese cake, bolo de aveia, mamão, abacate, homus, tahine, babaganouche. Como de tudo. E tenho sérias crise na hora de escolher vinho ou cerveja. Quando verão no Rio cerveja ou chopp sempre. O despertador do meu gato me acorda as 5h20 da matina, ele dá aula de desenho. Uma corrida me tira da cama também. A filha pedindo café da manhã, trabalhos para entregar, fazer bolsa de agua quente para cólica. O silencio também, ficar olhando ele cedinho é uma delicia.

 

PhD: A PhD (e toda a nossa equipe) está baseada em São Paulo. Por isso queremos saber como é o seu dia-a-dia Rio de Janeiro! Conta pra gente.

 

CV: Moro num lugar urbe, perto da montanha e o vento me traz cheiro de mar também. Muitos micos nas árvores e uma cortina sonora full time de trânsito. É o Rio e suas dualidades. Minha mobilidade é toda feita de bike, ônibus e uber.  Apesar de ser freelancer tenho uma rotina bem desenhada. Cozinho uma vez por dia. Geralmente levo minha filha de bicicleta para a escola. Compro mantimentos na Cobal que fica em frente de casa e na feira de sábado. Vou ao centro de metrô, à praia de ônibus, no Parque Lage caminhando. Corro na Lagoa. Frequento São Cristóvão quando vou fazer diárias no atelier de um artista e também quando preciso comprar papéis especiais e sob medida e tinta de serigrafia. Mureta da Urca, Santa Tereza e Cardosão, são lugares bons de ir com os amigos tomar cerveja e conversar. CCBB, IMS, Despina, lugares para ver arte compartilhada com a familia. O Bar Madrid na Tijuca é ótimo e comer no Opus, no Centro, um sanduiche de Pernil, excelente.

 

PhD: Por que fazer livros de artistas? Como você chegou nesta plataforma? Qual foi seu primeiro livro?

 

CV: Eu tenho mania de sebo. Amo livros. Sempre gostei de fazer colagens. Nessas idas aos sebos fui adquirindo alguns livros e fiquei com vontade de reeditar aquilo que já havia sido feito, escrito e comecei quase como um deboche a escrever, desenhar, pintar em cima dos livros. O meu primeiro livro é meu. É quase um diário, cada página tem uma experiência e tentativas diversas de linguagens. Com o passar do tempo fui dialogando mais com o conteúdo, edição e desenho, devolvendo como um objeto em outro formato.

 

PhD: Como foi criar os modelos de Artes para Vestir da PhD? Quais foram os desafios? E as dificuldades?

 

CV: Foi um barato, pois sempre quando você trabalha com o seu trabalho você consegue conhecer melhor ele e você mesma. O bom foi que eu tinha pouco tempo e concentrei. Como sou uma pessoa mais manual, artesanal e menos computador, eu aprofundei minhas sabedorias de photoshop. Grata, por me colocarem nessa lição de casa.

 

PhD: Quais outros artistas vocês gostariam de ver na PhD? 

 

CV: Lucia Koch, Gabriel Netto, Carolina Hermeto.

 

PhD: Fotos da sua mesa de trabalho HOJE.

Mesa de trabalho de Carolina Veiga

 

Mesa de trabalho da Carolina Veiga

 

Detalhe da mesa de trabalho de Carolina Veiga

Fotos tiradas pela Carolina Veiga dia 30 de abril de 2017.

 

PhD: Fotos da vista do seu atelier.

Foto da janela do atelier de Carolina Veiga

 

Detalhe da janela do atelier

 

Vista da janela do atelier de Carolina Veiga

 

Fotos da vista vista da janela do atelier de Carolina Veiga tiradas em 30 de abril de 2017

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Comentários

Elsa Maria Gimmler:

Tenho muito amor por minha nora Carolina Veiga. Gostei da entrevista e das produções dela. Sempre me surpreendendo e aprendo mais sobre ela e Gabriel. Penso que a obra prima de meu filho Gabriel junto com Carolina é minha neta CATARINA. Mas eles ainda tem muita arte para fazer. FELICIDADES para Gabriel e Carolina e para todos da PhD.

Mai 08, 2017

Elsa Maria Gimmler:

Tenho muito amor por minha nora Carolina Veiga. Gostei da entrevista e das produções dela. Sempre me surpreendendo e aprendo mais sobre ela e Gabriel. Penso que a obra prima de meu filho Gabriel junto com Carolina é minha neta CATARINA. Mad eles ainda tem muita arte para fazer. FELICIDADES para Gabriel e Carolina e para todos da PhD.

Mai 08, 2017

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